sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Saída de Campo - Uergs Três Passos - Projeto de Monitoramento.

Desde os tempos de Consultor Ambiental, já gostava de ir a campo e fotografar animais, pegadas e vestígios deixados pela fauna, para compor os laudos ambientais e aprimorar os trabalhos desenvolvidos. Mas quando em meu último emprego, a empresa contratou um Biólogo, foi onde comecei a gostar cada vez mais dos trabalhos a campo. Este Biólogo se chama Mateus Beise e atualmente ainda trabalha na empresa e me ensinou muito sobre fauna e flora.

E nesta semana, fomos a campo onde pude registrar um Surucuá-variado.

As informações estão dispostas na figura abaixo:


Os registros do pássaro são estes:




 

Projeto "Monitoramento da vazão e da qualidade da água das principais nascentes do Lajeado Erval Novo"



O objeto de estudo do projeto se dará em nascentes localizadas em propriedades rurais conveniadas com o Programa de Recuperação de Nascentes, todas localizadas do município de Três Passos, as quais serão estabelecidas e mapeadas na fase inicial do presente projeto.
O município de Três Passos, através da Secretaria do Meio Ambiente (SeMMA), já vem desenvolvendo o Programa de Preservação de Nascentes. Este projeto contribuirá com o Programa no sentido de demonstrar dados qualitativos e quantitativos com relação a vazão e a qualidade da água das nascentes do Lajeado Erval Novo. O projeto tem como objetivo geral o monitoramento da vazão e da qualidade das águas das principais nascentes do Lajeado Erval - Novo no Município de Três Passos – RS. 
O projeto conta com a parceria da Uergs unidade de Três Passos, Secretaria do Meio Ambiente de Três Passos e Corsan - Companhia Riograndense de Saneamento.

Primeiras visitas as nascentes:





 

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Aluna desenvolve trabalho a partir da Composição Gravimétrica dos Resíduos Sólidos de Três Passos/RS

A aluna Monica Junges, esta desenvolvendo trabalho de composição gravimétrica dos Resíduos Sólidos de Três Passos - RS, junto a planta de reciclagem da Citegem.

O trabalho visa o conhecimento das características dos RS do município e a partir deste diagnóstico estabelecer programas e políticas públicas voltadas a reciclagem e aproveitamento dos materiais com potencial de reciclagem.

O trabalho ainda visa o atendimento da Política Nacional de Resíduos Sólidos, que estabelece entre as suas diretrizes a formulação de Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos, com a composição gravimétrica como pré requisito para o mesmo.

Mas o que é Composição Gravimética:

Composição gravimétrica dos resíduos é a razão entre o peso – expressa em percentual de cada componente – e peso total de resíduos. A determinação da composição gravimétrica dos resíduos é um dado essencial a ser obtido. No caso dos resíduos de origem domiciliar e comercial, normalmente dispostos em aterros, os componentes comumente discriminados na composição gravimétrica são: matéria orgânica putrescível, metais ferrosos, metais não ferrosos, papel, papelão, plásticos, trapos, vidro, borracha, couro, madeira, entre outros.

Qual a vantagem de se fazer a composição gravimétrica?
A determinação da composição gravimétrica possibilita desde o dimensionamento e otimização da coleta até a viabilização do tratamento e disposição final adequada.



Legenda: Método de quarteamento para caracterização dos resíduos.
 

 

terça-feira, 17 de setembro de 2013

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Chuva ácida deixa rios dos EUA mais 'salgados' e perigosos à saúde



Chuva ácida

Dois terços dos rios na costa leste dos Estados Unidos registram níveis crescentes de alcalinidade, com o que suas águas se tornam cada vez mais perigosas para a rega de plantios e a vida marinha, informaram cientistas.
A razão da mudança é o legado da chuva ácida, que corrói rochas e pavimento, que são ricos em minerais alcalinos, disseram os cientistas na revista Environmental Science and Technology.
O estudo, chefiado por Sujay Kaushal, geólogo da Universidade de Maryland, no Leste dos EUA, examinou 97 rios do Estado de New Hampshire, no Nordeste, à Flórida, no Sudeste, entre os últimos 25 a 60 anos, e encontrou "tendências significativas no aumento da alcalinidade em 62 dos 97 locais".
Estes rios são importantes porque abastecem com água potável grandes cidades como Washington, Filadélfia, Baltimore, Atlanta e outras metrópoles importantes.
Os cientistas disseram que este maior conteúdo alcalino pode complicar o tratamento das águas residuais e da água potável e levar a uma rápida corrosão da tubulação metálica.
A água com altos níveis de alcalinidade pode ser mais salgada e conter mais minerais. Também pode levar à toxicidade do amoníaco, capaz de causar danos a cultivos de rega, assim como afetar peixes e outras espécies de água doce.
A alcalinidade aumenta mais rápido em locais onde há pedra calcária ou rochas carbonadas debaixo dos corpos d'água, em regiões altas e onde a queda ou a drenagem das chuvas ácidas sejam elevadas, afirmaram os cientistas.
A dissolução de partículas alcalinas que terminam nas vias fluviais se atribui a um processo conhecido como meteorização química, no qual o ácido corrói a pedra calcária, outras rochas carbonatadas e até mesmo calçadas.
"Em alguns arroios que são cabeceira de corpos d'água, isto pode ser uma coisa boa. Mas também estamos vendo crescentes compostos antiácidos rio abaixo. E estes locais não são ácidos e as algas e os peixes podem ser sensíveis às mudanças de alcalinidade", disse Kaushal.
Apesar de a chuva ácida estar em queda nos Estados Unidos, devido em grande parte a restrições ambientais mais duras estabelecidas na década de 1990, seu legado persiste.
"Este é outro exemplo da ampla repercussão do impacto humano nos sistemas naturais (que) é, penso eu, cada vez mais preocupante", disse o coautor do estudo e ecologista Gene Likens, da Universidade de Connecticut e do Instituto Cary de Estudos dos Ecossistemas. "Os legisladores e o povo pensam que a chuva ácida sumiu, mas não é assim", acrescentou.
Os pesquisadores disseram ser difícil prever por quanto tempo persistirá esta tendência à alcalinização dos rios. (Fonte: UOL)
Data da notícia: 30/08/2013 - 00:00:54
Última modificação: 29/08/2013 - 19:46:14


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Data da exportação: 30/08/2013 - 13:10:5

Gestão de Resíduos Sólidos | Secretaria do Meio Ambiente - Sistema Ambiental Paulista - Governo de SP

Gestão de Resíduos Sólidos | Secretaria do Meio Ambiente - Sistema Ambiental Paulista - Governo de SP

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Visita Técnica a Citegem - Consórcio Público de Gestão de Resíduos Sólidos

Ao final do semestre de 2013/01 a Turma de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos da do Curso de Gestão Ambiental (Tecnólogo) fizeram visita técnica ao consórcio intermunicipal de resíduos sólidos.

Nesta visita os alunos tiveram a oportunidade de conhecer as formas de gestão dos resíduos sólidos desde a chegada, triagem e disposição final dos resíduos. O Consórcio Intermunicipal de Gestão Multifuncional – CITEGEM, foi fundado em 1997, e passou a Consórcio Público a partir do ano de 2010, onde adequou-se a Lei nº 11.107, de 6 de abril de 2005, é formado por 11 (onze) municípios situados na região Noroeste Colonial do Estado do Rio Grande do Sul. O Consórcio possui uma usina de resíduos sólidos, a qual foi o objetivo maior da criação do consórcio na época, cuja finalidade da usina é de receber, separar, reciclar e dar destino final aos resíduos sólidos urbanos.  O Consórcio está formado pelos municípios de Bom Progresso, Braga, Campo Novo, Crissiumal, Esperança do Sul, Humaitá, Sede Nova, São Martinho, São Valério do Sul, Tiradentes do Sul e Três Passos.

Gestão de Resíduos Sólidos

Pessoal deem uma olhada no link: http://www.sinir.gov.br/web/guest/2.5-planos-municipais-de-gestao-integrada-de-residuos-solidos, possui muitas informações sobre gestão de resíduos sólidos nos municípios de pequeno porte.